segunda-feira, 1 de julho de 2013

Gustavo Doré

Paul Gustave Doré foi um pintor, desenhista e o mais produtivo e bem-sucedido ilustrador francês de livros de meados do século XIX.
Seu estilo se caracteriza pela inclinação para a fantasia, mas também produziu trabalhos mais sóbrios, como os notáveis estudos sobre as áreas pobres de Londres, realizados entre 1869 e 1871.
 Ficheiro:Paul Gustave Dore by Felix Nadar 1855-1859.jpg
 Gustave Doré foi um marco na arte da ilustração, influenciando os ilustradores que o sucederam. Na pintura encontram-se suas principais obras: L'Enigme (hoje no Musée d'Orsay) e Le Christ quittant le prétoire (1867-72), um painel medindo 6 metros de altura por 9 de comprimento. Este quadro foi restaurado entre 1998-2003, pelo Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Estrasburgo, num salão dedicado a este fim e que ficou aberto à visitação durante todo o trabalho.
Em 1931 Henri Leblanc publicou um catálogo que procedeu ao inventário completo das obras de Doré, contendo 9.850 ilustrações, 68 libretos musicais, 5 cartazes, 51 litografias originais, 54 sumi-e, 526 desenhos, 283 aquarelas, 133 pinturas e 45 esculturas.
 Gustave Doré ilustrou mais de cem obras-primas da literatura universal. Dentre estas, destacam-se:
 Olá pessoal 
Queremos fazer um desafio!!! Qual o nome das histórias representadas pelas imagens abaixo?

Quero ver quem vai acertar!!!
 Ficheiro:Poucet9.jpg
  Ficheiro:Barbebleue.jpg
 


Livro ilustrado



O primeiro livro colorido a ser publicado.

Comênio

O Livro Didático em Comênio

O pai da didática moderna!!!  “DIDÁCTICA MAGNA - Tratado da Arte Universal de Ensinar Tudo a Todos”.
  Entre outras contribuições, Comênio foi um dos primeiros a desenvolver livros didáticos para o ensino. O mais famoso desses é o “Orbis pictus” (“O mundo em imagens”).

“O termo didática deriva da expressão grega Τεχνή διδακτική (techné didaktiké), que se traduz por arte ou técnica de ensinar. As obras de Hugo de San Víctor - Eruditio Didascalia - no século XII, de Juan Luis Vives - De Disciplinis - no século XVI, e de Wolfgang Ratke - Aporiam Didactici Principio - estão associadas aos primeiros tratados sistemáticos sobre o ensino. É, entretanto, com Comênio, através de sua Didáctica Magna, escrita no século XVII e considerada marco significativo no processo de sistematização da Didática, que esta se populariza na literatura pedagógica”.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Anthony Browne

Anthony Browne 


  Anthony Browne é um autor internacionalmente aclamado e ilustrador de livros infantis, com cerca de 40 títulos em seu nome. Ele cria fortemente aquarelas narrativa que mistura realismo quase fotográfico com fantásticos, toques surreais e trocadilhos visuais engenhosas. Nasceu em Sheffield, Yorkshire, em 1946, e cresceu perto de Halifax. Inspirado por seu pai (que era um boxeador profissional por um curto período de tempo. Anthony compareceram Leeds Art College, onde se graduou com um grau de artes gráficas em 1967.
      Antes de se concentrar em tempo integral em livros infantis, trabalhou como ilustrador médico por três anos e ilustrou cartões para Gordon Fraser no Reino Unido por 15 anos. Teve seu primeiro livro, Através do Espelho Mágico , publicado em 1976, e um número de outros livros de sucesso seguido. Gorilla , publicado em 1983, ganhou um número sem precedentes de prêmios, incluindo a Medalha Kate Greenaway, o Prêmio Maschler Emil / Kurt, o New York Times, Melhor Livro Ilustrado e The Book Award Boston Globe.
 É  universalmente aceito como um clássico. Um de seus personagens mais queridos é o chimpanzé, Willy, que já apareceu em Willy the Wimp , Willy the Champ , Willy e Hugh e Willy the Wizard. Seus livros têm recebido várias distinções, incluindo a Medalha Kate Greenaway, em 1983, para Gorilla e novamente em 1992 para Zoo . Gorilla (1983), As aventuras de Alice no País das Maravilhas (1988) e Vozes do Parque(1998) venceram o Prêmio Kurt Maschler Emil. Em 2000 ele recebeu a mais alta honraria internacional de ilustração, o Prêmio Hans Christian Andersen, por seus serviços à literatura infantil - o primeiro ilustrador britânico a ganhar o prêmio.
        Mais recentemente, foi ilustrador residente na Tate. The Shape jogo foi baseado em suas experiências deste tempo e foi indicado para o Prêmio Kate Greenaway de 2004. Também foi eleito o Livro de Honra em os EUA Boston Book Award Globe-Horn de Excelência em Literatura Infantil. Recebeu um doutorado honorário em Educação na Universidade de Kingston, em 2005. Seu trabalho tem sido amplamente expostas e seus livros são publicados em todo o mundo.
         Durante seu tempo como Laureate Infantil, Anthony promoveu a importância de livros de imagens e ilustração infantil. Anthony fez questão de incentivar as crianças a ser criativo e usar sua imaginação, e para apoiar o desenvolvimento de visual, bem como a alfabetização verbal.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Indicação de livro

Oi pessoal indico esse livro maravilhoso que trás a história de dois meninos que nasceram na mesma época, porém em situação bem diferentes. Já que um se tornaria príncipe, quanto o outro não era desejado. No decorrer do livro conheci um pouco da vida super difícil que Tom vivia, era privado de tudo que o dinheiro podia comprar, mas tinha o desejo de aprender e ser diferente do meio que o cercava. O menino amava ouvir o padre que fora expulso da igreja e que morava próximo de sua casa. Agora é a vez de vocês, vamos descobrir as emoções  e as grandes lições que essa obra tem a compartilhar! Boa leitura!  

Roda de leitura

                                                                 Roda de leitura


contaqueeureconto.blogspot.com


Na aula do  dia 18/06/13 tivemos a oportunidade de realizar a atividade roda de leitura. Cada pessoa teve oportunidade de indicar um livro, que por sinal as dicas foram maravilhosas! Também foi dada a oportunidade de ler três livro em sala de aula. 
Essa atividade foi super interessante por conta da oportunidades que todos têm em indicar livros que já foram lidos, desperta bastante o desejo pela leitura!
Foi solicitado pela Professora Giselly que realizássemos uma pesquisa sobre a atividade roda de leitura. Então pesquisando na internet, encontramos no site Estação das letras essa ideia incrível, já que existem espaço que pagamos para assistir filmes, peças de teatro, shows culturais e etc. Porém não conheço nenhum lugar em Maceió que as pessoas se reúnam pra ler textos e discutir sobre os menos. Esse tipo de atividade é mais realizados escolas, faculdades, cursinhos, igreja e pequenos grupo de conotação religiosa ou não. Imaginem como seria bom se existisse um lugar estilo cinema, mas com muitos livros interessantes que as pessoas podessem  ler e depois discutir sobre o assunto? 
     
 O que é uma roda de leitura?

Como o próprio nome já diz, as rodas de leitura não são novidade. Nem aqui no Brasil, nem em outros países, onde é comum autores ou professores de literatura serem pagos para realizá-las, permanecendo em seguida à disposição do público para discussões e esclarecimentos. Tampouco este tipo de atividade é fruto
da alardeada pós-modernidade, pois sabemos que da Grécia antiga ao tempo de Kafka as leituras públicas eram comuns como forma de divulgar obra e autor. De modo que nada há de inédito no projeto, a não ser a sua extrema simplicidade num momento em que a sofisticação e o requinte de certos métodos parecem
protagonizar a cena literária. O ineditismo, no caso deste programa especificamente, fica por conta dos procedimentos utilizados com relação ao local em que se realiza. As rodas são leituras públicas de texto, realizadas dentro de um Centro Cultural onde, simultaneamente, outros eventos estão em cartaz: cinema, vídeo, exposições, teatro, etc. Colocar leitura nesse espaço, ou seja, fora da escola ou da universidade significa, para mim, equipará-la às outras atividades de lazer ali oferecidas. Então, assim como o indivíduo vai para uma fila e reserva uma senha para assistir a seu filme preferido, vai também reservar seu bilhete para ler seu autor favorito. Entra numa sala, recebe um texto e senta-se, juntamente com outros, para ler. A diferença é que ali existe um leitor-guia que, normalmente, é um escritor ou um professor de literatura. Este guia lê em voz alta, pausadamente, enquanto todos acompanham a leitura no seu respectivo texto. Depois, ele inicia uma conversa com o público. Falo em conversa porque não se trata de ler e/ou fazer uma conferência com tema previsto. Tampouco trata-se de uma aula, com assunto para teorizar ou enfocar didaticamente. O comentário é feito em tom de diálogo, e depende do nível cultural da platéia presente, de seus questionamentos, suas curiosidades. Depende também do grau de informação do leitor-guia (seu modo de pensar o texto) e da dimensão que as leituras podem assumir na vida de seus participantes. E o que isso significa? Simplesmente que a leitura passa a ser reconhecida, em parte como lazer, em parte como elemento formador e reformulador de conceitos na tarefa (difícil?) de educar. Educar, sim, porque leitura e educação andam juntas.