Tive o primeiro contato com a literatura na adolescência, tinha um prima que chamava-se Quitera. E ela tinha muitos livros de romances como Sabrina, Bianca entre outros. Dai comecei a pedir emprestado os livros para ler e sonhava com as histórias que o livro trazia, e na ansiedade de ver o que tinha na próxima página não fazia as tarefas domestica que minha mãe solicitava, além de não fazer quando era obrigada a fazer levava junto um livro. Muitas vezes minha mãe me pegava lendo o livro, enfurecida por não ter feito o que ela mandava tomava o livro e escondia.
Então quando ela ia trabalhar dava sempre um jeito de ler escondido, para me ler os livros ela fugir da realidade em que vivia, a curiosidade em saber como terminava a historia do livro me deixava cada vez mais ansiosa para terminar de ler e ver o final.
Adriana dos Passos Damaceno
A propósito no decorrer da minha vida a literatura não se fez tão presente, não tive muito contato com a leitura como deveria ter, porém sempre gostei de ler, mas não obras literárias e sim revistas, jornais, panfletos, algo que me chamasse atenção. A esse respeito no período que fiz o antigo magistério ainda não tinha o incentivo pela literatura, mas sempre com o lema da importância da leitura, desta forma sempre tive o contato com livros, porém livros didáticos. Nesta perspectiva voltei a estudar, fiz o antigo curso científico, foi quando tive uma aproximação com a literatura, na qual a professora pediu pra ler os livros de Dom Casmurro e Vidas Secas com a finalidade de promover o conhecimento para o processo do vestibular.


Maria Alessandra de Jesus
Na infância não era alfabetizada. Só na adolescência consegui aprender ler. Minha leitura favorita era os anúncios que tinha nas ruas por onde meu ônibus passava. Então amava ler placas em fim tudo que tinha letras. Um tempo depois passei ler os rótulos de produtos alimentícios. Por isso acabei descobrindo que eu poderia ligar para as empresas e solicitar receitas de comidas diversificadas. Assim todas as semanas eu ligava para uma empresa diferente. Sempre recebia um grande envelope com vários papeis pequenos e de bordas coloridas. Já tinha um caderno que eu colava cada papel de acordo com a cor. Confesso que achava divertido ler receitas! Acredito que algumas pessoas que lêem esse relato podem está pensando que eu cozinho maravilhosamente bem! Desculpe-me a decepção sei apenas cozinhar miojo! Posteriormente no Ensino Médio passei a ter contato com alguns livros da escola. Eles ficavam numa sala super desorganaizada, mas mesmo assim gostava pelo menos de olhar as capas. Acabei ainda lendo Sonhos de uma noite de verão e os Miseráveis.
Olá, gente! Falou de leitura, é comigo mesmo! É de fundamental importância que sejam criados blogs como esses, que fale sobre educação, sobre crianças inseridas na educação e sobre a leitura. Também não tive muito contato com a leitura na infância, mas hoje me orgulho de ser um leitor assíduo. E acredito que crianças que leem serão, já na sua infância, pequenos cidadãos que leem, também o mundo, mesmo que uma leitura pouco profunda.
ResponderExcluiroi gente, assim como a Socorro sempre fiquei ansiosa pra terminar a leitura de um livro de romance, as vezes, passava o dia inteiro lendo e quando me dava conta a história já havia acabado me deixando com gostinho de quero continuação...
ResponderExcluirAdorei ver as capas de Sabrina, Bianca..hahahah! Importante considerar que os leitores tem diferentes percursos. O importante é conhecer a maior diversidade possível e poder escolher os melhores.
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